terça-feira, 27 de março de 2012

Bolo Guinness

Outro dia resolvi fazer um bolo com cerveja. Procurei sem cansar na internet e me deparei com uma receita da Nigella. Claro! Sempre a inglesa me salva!
Confesso que ao ler os ingredientes fiquei bem receosa. Mas após concluir a receita e apresentá-la aos meus colegas de trabalho tive a certeza de ter acertado em cheio! Sinceramente, acho que nunca fiz um bolo tão bom na minha vida! A Guinness é uma cerveja escura, muito apreciada pelos homens por causa do seu sabor amargo e forte. E são extamente essas características que dão ao bolo um toque muito que especial. E mais uma excelente notícia: o bolo é facílimo de se fazer!
Vamos começar ligando o forno para já deixá-lo pré-aquecido. Logo após, deve-se untar uma forma de bolo, daquelas de fundo falso, com manteiga, polvilhando por cima farinha de trigo para que o bolo não grude na hora de desenformar.
A massa do bolo é feita da seguinte maneira: em uma panela média, coloque 250 ml Guinness (ou outra cerveja preta. Eu usei a Guinness porque estava na receita da Nigella e quis fazer idêntica!) e 250 g de manteiga sem sal em pedaços, aquecendo até que ela derreta. Desligue o fogo e acrescente 75g de cacau e 400g açúcar, mexendo com uma colher para misturar. Na batedeira ou com um fouet, bata 142 ml de iogurte, 2 ovos e 1 colher (das de sopa) de essência de baunilha. Coloque este creme na panela, adicionando por fim 275 g de farinha de trigo e 2 1/2 colheres (das de chá) de bicarbonato de sódio, mexendo até ficar bem homogêneo (eu dei uma batidinha na batedeira - 2minutos). Despeje a massa na assadeira e leve ao forno de 45 minutos. No meu forno foi extamente esse o tempo. Fiz o teste do palito e com 45 minutos ele saiu sequinho! Após retirar do forno, deixe esfriar na própria assadeira por aproximadamente 20 minutos e, somente após, desenforme.

Para fazer essa cobertura ma-ra-vi-lho-sa e super inusutada, bata com na batedeira 300 g cream cheese e 150 g de açúcar de confeiteiro para que sem pelotas, e o açúcar fique bem incorporado. Depois acrescente 125 ml de creme de leite (eu usei o fresco para ficar mais leve, mas a receita não faz qualquer referência nesse sentido). Bata até que fique bem macia a cobertura. Espalhe-a sobre o bolo com uma espátula.
Essa é, definitivamente, a mistura de ingredientes mais inusitada e deliciosa que eu já experimentei.
Resolvi que iria distribuir as calorias para os meus colegas de trabalho e levei o bolo na segunda-feira. Resultado: Acabou antes do almoço!
Alguma dúvida se isso é realmente bom?
Bon appétit!

domingo, 25 de março de 2012

Hambúrguer

Esses dias me deu uma vontade danada de comer hambúrguer. Mas não dava para ser aqueles de caixinhas, terríveis! Então me lembrei de um programa do Jamie Oliver no qual ele ensinou um hambúrguer fantástico. 
Adorei fazer esse hambúrguer! Em todos os sentidos e espero que todos tenham o prazer de degustar essa delícia em casa também!
Vamos à receita!
Comece moendo no processador 900g de acém. Se você não tiver um processador em casa ou qualquer outro utensílio doméstico para moer a carne, escolha um corte no supermercado e peça para moer na hora.
Numa frigideira grande, frite 1 cebola picada bem miúda, em azeite por cerca de 7 minutos e junte-a à carne.
Num pilão, soque bastante, até ficarem finos, ½ colher (das de chá) de sementes de cominho, 1 colher (das de chá) de sementes de coentro, 1 pitada de sal e 1 de pimenta. Acrescente a mistura à carne.
Adicione ½ xícara (das de chá) de parmesão, 1 colher (das de sopa) bem cheia de mostarda Dijon, 1 ovo, 60g de farinha de pão e misture bem. Se estiver muito grudento, adicione mais farinha de pão.
Abra um pedaço de papel manteiga e salpique farinha de pão por cima. Faça bolinhas com a mistura da carne e depois achate-as, modelando-as para ficarem como bifes de hambúrgueres. Coloque-os sobre a farinha de pão e salpique um pouco mais dela por cima. Leve à geladeira por cerca de 1 hora antes de fritar.
Aqueça um pouco de óleo numa frigideira e frite os hambúrgueres em fogo médio-alto por cerca de 8 a 10 minutos, virando-os de vez em quando. 
Jamie Oliver sugere servi-los em pão de hambúrguer tostado, com ketchup e um picles.
Eu fiz aquele nosso velho e tradicional hambúrguer caseiro com uma finíssima camada de maionese, alface, o hambúrguer e uma fatia suculenta de queijo cheddar.
Para acompanhar, as batatas italianas de Jamie Oliver que, confesso, dei uma adaptada meio preguiçosa. Comprei aquelas batatas palito semi-prontas. Passei rapidamente em uma frigideira com azeite e dentes de alho inteiros. Logo após coloquei em forno pré-aquecido por 20 minutos com uma pitada de pimenta do reino. Soquei no pilão 1 ramo de alecrim fresco com 1 colher (das de sopa) de sal grosso e salpiquei esse tempero divinamente aromatizado por cima das batatas. 
Definitivamente, dá para fazer um hambúrguer ser um prato fantástico!
Bon appétit!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Camarão tropical

Essa receita é, sem dúvida, uma daquelas super fáceis e que impressiona. Um prazer gustativo definitivamente surreal! 
No último final de semana tive o prazer de receber o ganhador do sorteio do Espumante Rosé da Rio Sol, meu querido amigo Hanny, sua namorada Livia, a Lara e minha irmã.
Queria fazer alguma receita que não me deixasse muito tempo na cozinha e que fosse inesquecível.
Há tempos venho querendo fazer alguma receita com camarão e esta me veio à memória. Minha mãe já a faz há tempos e nunca erra! 
O tempo na cozinha foi um pouco maior do que eu pretendia, pois inventei de fritar a batata palha e, sinceramente, acho que foi a primeira e última vez! Da próxima pedirei à Marta, que é expert no assunto lá na casa da mamãe. É uma trabalheira danada frita-las. Após lavar, descascar e ralar (e ao final eu já usei o meu fantástico processador!) é preciso secar as batatas com um pano de prato para, somente depois de bem secas, fritá-las em gordura quente, porém não fervendo. O processo é um pouco demorado até que elas fiquem bem douradas e crocantes. Foi custoso! Mas valeu a pena o prazer à mesa dos meus convidados. Bom, mas a receita que nos interessa hoje é o camarão tropical, que pode ser servido com essa batata palha, arroz ou com batatas sauté.
Para 6 pessoas, 3 kg de camarão, 2 vidros (ou latas) pequenos de suco de manga de consistência mais grossa (eu usei o Tial), 1 maracujá; 1 lata de creme de leite, 1 cebola, 1 dente de alho, azeite, manteiga, 1 pimentão, nós moscada, pimenta do reino branca e preta.
Para começar corte o maracujá e despeje no liquidificador. Adicione 1/2 xícara de água. Pulse 4 vezes rapidamente, apenas para que a polpa separe das sementes, porém sem quebrá-las. Coe e reserve, tanto o suco, quanto as sementes. Pique a cebola em cubos pequenos. Jogue uma colher de sopa de azeite em uma panela e refogue esta cebola que picou, o dente de alho, e o pimentão, também picados bem miúdos. Quando a cebola estiver ao vidro (transparente) adicione o suco de manga. Tempere com uma pitada de sal, nós moscada, pimenta do reino e pimenta branca. Misture o caldo de maracujá e deixe ferver um pouco. Enquanto isso, em outra panela, jogue 1 colher (das de sopa) de azeite e refogue o camarão, já temperado com sal e pimenta do reino branca por 3 minutos. 1minuto e meio de cada lado. Quando o camarão é grande, é preciso virá-lo. Cuidado para não passar do ponto e ficar borrachudo! São poucos minutos mesmo! Agora o molho já deve estar fervendo, certo? Então desligue o fogo e dissolva o creme de leite nele, misturando bem e rápido para não talhar. Adicione os camarões e os caroços do maracujá. Sirva com arroz branco e batatinha palha ou sauté.
Prepare-se para os aplausos!!!
Bon appétit!

terça-feira, 20 de março de 2012

Ceviche

Um petisco bárbaro para servir com muito charme é o Ceviche!
Cebiche, ceviche ou seviche é um prato de origem peruana baseado em peixe cru marinado em suco de limão ou lima ou outro citrico. Importante para que o sabor da receita seja conforme a original é que o peixe seja branco, sem muita gordura, nem músculo vermelho. Mas também usa-se muito o camarão, a lagosta ou mesmo polvo para fazer o petisco ou entrada.
Um pouquinho de história dessa receita que encontrei na internet para postar como curiosidade aqui para vocês: Uma primeira versão do Ceviche é registrada como sendo de cerca de 2000 A.C. entre o povo Mochica do litoral norte do Peru, onde o peixe era marinado em suco de tumbo (similar ao maracujá). Os Incas faziam algo similar usando “chincha”, bebida fermentada de milho. Ainda em tempos pré-colombianos foi acrescentada a pimenta "aji", muito picante, hoje obrigatória nesse prato. O limão só veio a ser usado a partir do século XVI quando chegaram os espanhóis, sendo hoje indispensável nas receitas.
A receita que estou postando aqui é simples. Em algumas outras vocês poderão encontrar muitos outros ingredientes compondo o prato. Mas essa, para mim, já é perfeita!
Para 4 filés de peixe branco (eu usei o linguado), corte em cubos bem pequenos 1 pimentão vermelho e 1 amarelo, 1 cebola (eu usei a rocha) e o suco de 3 limões. Tempere o peixe com sal e pimenta do reino branca. Corte-o em cubos, misture-o aos outros ingredientes e deixe na geladeira por, pelo menos, 40 minutos. Quanto mais tempo ficar na geladeira melhor, pois o peixe vai marinando no suco do limão e ficando cada vez mais saboroso!
É somente isso! Acreditem! Para quem curte sabores ácidos e cítricos, este é um prato maravilhoso.
Servi-lo em colherinhas individuais, ou pequenos potinhos é muito charmoso. Mas também é muito elegante em uma vasilha pequena, com torradas ao redor para comer com o petisco.
Bon appétit!

domingo, 18 de março de 2012

Frango com ervas

Uma boa opção para as horas de correria. Esse frango com ervas veio à minha cabeça sem querer. Testei e não é que a idéia deu certo!?
Na primeira tentativa errei um pouco a mão e coloquei pouco sal. Mas nada que uma experimentada antes de servir não resolva. Portanto! Fica aqui a dica mais importante, que eu pouco sigo... Mas que é essencial! Sempre prove seus prantos antes para conferir o sal!
Esse frango é feito com aqueles filés de peito que compramos em bandejas já cortados e limpos nos supermercados. Serve tanto para acompanhar arroz, batatas ou o que lhe for mais saboroso em uma refeição do dia-a-dia como para servir de petisco com torradas.
É muito simples! Basta passar picar os filés de frango em cubos, temperá-los com sal e pimenta do reino. Passá-los no azeite ou manteiga em uma frigideira e saltear ervas de provence por cima. Alguns cogumelos Paris em conserva picados (mais ou menos 3 unidades para cada bife) para dar um toque especial e meia xícara (das de chá) de creme de leite para fazer um leve molho e deixar o frango um pouco mais úmido. Mexer bem sem deixar o creme de leite ferver e... 
Voilá! Um prato super rápido, prático, fácil e saudável!
Bon appétit!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Bolo de limão

Sabe aqueles dias que bate uma saudade danada de cheiro de bolo de casa de vó?
Pois é... E fazer uma boa massa de bolo às vezes pode ser tarefa difícil! Se errar algum ingrediente a massa desanda...
Mas é por isso que eu amo as praticidades do nosso mundo! Nada melhor que aquelas massas prontas de bolo que compramos, juntamos leite e ovo, batemos 10 minutos na batedeira, 45 minutos de forno e pronto! Lá está o bolo macio, fofinho e perfeito para matar as saudades daquele cheirinho inesquecível.
Contudo... O que é bom pode ficar ainda melhor! Quando compro a massa pronta do bolo de limão, costumo dar uma incrementada. Dissolvo 1 saquinho de gelatina de limão no leite recomendado na embalagem do bolo (geralmente são 150ml de leite). Para cobrir o bolo, uma mistura bem básica de leite condensado com suco de 1 ou 2 limões, depende do tamanho deles. Se quiser bem cítrico, use o limão comum, aquele bem verdinho. Se quiser um sabor mais suave, use o limão siciliano. Bata bastante essa mistura com um garfo até ficar firme. Dê uma leve raspadinha com ralador na casca das frutas e use para enfeitar. Nesse da foto usei o limão siciliano.
Mas o que eu mais adoro nesse bolo é a cor que ele fica por causa da gelatina. Um verde muito vivo! Lindo! E como sempre digo aqui... Comemos sempre com os olhos antes de nos dar ao prazer do pecado da gula. Portanto! Um bolo que além de lindo é macio e saboroso, vale a pena fazer parte do seu cardápio de gordudices, certo!?
Lembretes importantes! Pré-aqueça o forno por, pelo menos, 10 minutos. Após colocar o bolo para assar, não abra o forno antes de 30 minutos. Se o bolo já estiver douradinho por cima, finque o palito para conferir se sai seco ou molhado. Seco significa que está pronto. Molhado, que ainda precisa de uns 5 a 10 minutos a mais.
Bon appétit!

terça-feira, 13 de março de 2012

Rede social para amantes da gastronomia

Vários sites lançaram matérias no mês de fevereiro sobre a FOODIE, nova rede social para amantes da gastronomia.
Desenvolvido pela Glam Media, uma editora especializada em publicações de estilo de vida, a rede social se dedica inteiramente aos gastrônomos, abarcando publicações sobre restaurantes e receitas.

                  
A rede social possibilita ao usuário vincular suas contas às do Facebook e/ou Twitter. Ao iniciar a participação à Foodie é possível acompanhar chefs, postar comentários, e buscar receitas, fotos, dicas, restaurantes, etc.
A Foodie reune diversos críticos, blogs e um conselho consultor de especialistas culinários.
Ao que tudo indica, a rede social servirá para trocar experiências entre os profissionais do ramos e, também, para os amantes da cozinha que sempre estão à busca de novidades gastronômicas.
Eu já dei uma navegada na rede... Claro!
Por enquanto, achei as receitas um pouco mais complexas do que as que costumo postar aqui para vocês. Mas, de qualquer maneira, o site vale como fonte de inspiração. Especialmente em razão das fotos fantásticas que vemos por lá!
Vale a pena, para quem curte pesquisar o assunto, dar uma passadinha pela FOODIE.COM.
Fica a dica!




segunda-feira, 12 de março de 2012

Wraps

Outro dia me bateu a idéia de trazer mais uma opção para a hora do lanche. As vezes, na correria do dia-a-dia, deixamos de elaborar pratos saudáveis e com boa apresentação. Os wraps são excelentes opções! Muito fáceis de fazer, são uma espécie de sanduíche enrolado.
A minha primeira experiência, confesso, foi um pouco desastrosa... Mas é conferindo onde erramos que acertamos!
Percebi, por exemplo, que ao fazer o wrap com a folha de pão sírio, melhor não utilizar o creme de ricota ou cream cheese direto na folha. Caso contrário, ela ficará molhe, firará e aí o enrolado vai por água a baixo!

Eu fiz alguns sabores que ficaram bem legais! Bom, mas para começar, será preciso que providencie a folha de pão sírio ou o próprio pão sírio, porém, daquele mais fino, que dê para enrolar. O Wrap original é feito com uma massa própria, mas nós podemos aqui adaptar a ingredientes mais fáceis e disponíveis no mercado.   Mas vocês verão aqui nas fotos que alguns parecem que não ficam, à primeira vista, um wrap de verdade. Mas depois que cortamos, garanto que ficam ótimos e a apresentação é bem bacana!


Esse da foto à direita é o meu preferido! Para fazê-lo utilizei nozes picadas, damascos secos picados em tiras, creme de ricota e presunto parma. Espalhe todos os ingredientes por cima da folha de pão sírio e enrole-o. Pela experiência que tive dessa vez pude entender que quanto mais apertado você conseguir enrolar, melhor ficará o seu wrap. Esse aí eu enrolei até pouco, mas depois de cortar o enrolado em 3 pedaços, verifiquei que ficou bem legal.



O segundo que fiz, que ficou extremamente saboroso, mas que não consegui tirar um foto digna para postar para vocês foi o de salmão cru com cream cheese (ou creme de ricota) e alface. Ficou muito saboroso e, além disso, com uma aparência boa, colorida, com contraste ente os tons do peixe e da alface. Na hora de servir, sugiro jogar algumas gotinhas daquele molho cremoso de balsâmico com limão. Dá um toque todo especial ao prato!

O terceiro foi o bom e tradicional presunto com muçarela, alface e maionese.
Uma combinação bem comum, mas que é certeira! Só de estar em formato de wrap já muda de figura e parece que até mesmo o sabor!
A apresentação em pratos individuais, caso queira fazer uma espécie de entrada ou sanduíche oficial e principal do lanche, fica bem bacana com alface ao redor. Ela dá certa vida e cor ao prato, o que agrada aos olhos antes de conquistar o paladar.



O bacana de se fazer os wraps é simplesmente sair da rotina do bom e velho sanduíche. Os ingredientes podem ser variados, de acordo com o gosto de cada um. O que vale é ter a opção de servir um tipo de lanche que é muito fácil, prático, rápido, com ingredientes simples e que fazem parte do nosso dia-a-dia.
Espero que consigam fazer sucesso por aí no lanche de vocês!
Bon appétit!

domingo, 11 de março de 2012

Novos Parceiros

Queridos visitantes desse blog,
Estamos ganhando parceiros para compartilhar as minhas experiências com a gastronomia, enologia e fotografia.


O primeiro a entrar foi o "Comida na Rede". Um site elaborado por Fábio Ferreira e Vanessa Trida, nutricionistas paulistas que trazem informações sobre alimentação saudável, ou nem tão saudável assim, gastronomia, nutrição, profissionais do mercado food-service, lançamentos de produtos e análise de produtos.
O Segundo, a Vini Brasil. Criada em 2002 pela vinícola Portuguesa Dão Sul, a Vinibrasil é um dos mais recentes e inovadores projetos da viticultura e enologia no mundo por ser a única região a produzir vinhos de qualidade internacional na latitude 8° sul. Localizada no interior do Estado de Pernambuco, às margens do rio São Francisco, a Vinibrasil já conta com uma área de 200 ha de vinhas, de um total de 1.600 ha, das variedades Cabernet Sauvignon, Syrah, Alicante Bouchet, predominantemente, além das variedades portuguesas Touriga Nacional e Tinta Roriz. Toda essa área está equipada com um dos mais modernos sistemas de fertilização e irrigação, que torna possível a produção em condições semi-áridas. Desde sua criação, seus vinhos têm sido distinguidos com diversos prêmios nacionais e internacionais. Atualmente exporta para mais de 15 países, entre eles, França, Itália, Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Bélgica, Luxemburgo, Holanda, Suíça, Áustria, Noruega, Suécia, Dinamarca, Dubai, Finlândia e Canadá.

E o terceiro, o Imigra, um dos maiores guias online de endereços, telefones, 102 online e mapas de empresas e serviços do Brasil. Atualmente o serviço conta com mais de 1 milhão de empresas cadastradas. O portal reúne as informações das empresas e também as opiniões dos usuários sobre as empresas. Através das resenhas é possível saber a opinião das pessoas sobre determinado estabelecimento e também deixar a sua opinião. O Imigra tem informações de mais de 2214 cidades do Brasil, ou seja, quase 100% do território nacional. As principais cidades, como capitais e cidades pólos, contam com portais especiais, com dicas de restaurantes, bares, baladas e diversão. Na página da empresa há várias informações, tais como: telefone, endereço, mapa, fotos, horário de funcionamento, formas de pagamento etc. Na opção "Como Chegar", é possível verificar qual o melhor caminho da sua casa até o estabelecimento que deseja ir.

O blog parece que está crescendo... E vocês vão junto comigo me inspirando para trazer sempre novidades e delícias para compartilhar.
Bom domingo a todos e uma excelente semana!


terça-feira, 6 de março de 2012

Strogonoff


O Strogonoff, Stragonov ou Estrogonofe é um prato de origem russa que foi modificado ao migrar para a culinária francesa e italiana. Em razão das diversas versões que encontrei por aí sobre a origem desse prato, não vou me alongar aqui com isso. Fato é, que a receita original, advém do século XVI, de um cozinheiro do Czar russo Pedro, o Grande. Alguns afirmam bravamente que desde aquela época a receita era feita com o leite azedo (o nosso creme de leite). Mas há também quem jure que na Rússia o creme de leite quase não é utilizado e, por isso, o que temos hoje é uma adaptação à antiga obra gastronômica.


As receitas de strogonoff levam, geralmente, além do filé ou qualquer outra carne de sua preferência, diversos ingredientes que variam conforme o paladar do cozinheiro. Vi receitas com catchup, mostarda, molho inglês, algumas com cogumelos em conserva, outras exigindo os cogumelos frescos, uma pequena quantia de bebida, seja ela vodka ou cognac. Mas aqui eu estou trazendo que chamo de FALSO STROGONOFF.
Falso porque não tem nada a ver com as receitas que costumamos ver, porque é muito mais simples e porque é para matar a vontade desse prato enganando o estômago com uma mistura bem prática e rápida que se parece muito com a famosa receita russa.


Eu costumo fazer aquele velho e bom molho de tomate rápido. Fio de azeite na panela quente. 1 cebola grande cortada em cubinhos. Jogue no azeite e deixe ficar transparente. Logo após, 1 kg de filé picado em tiras. Passe rapidamente a carne na panela e reserve. Em outra panela, derrame o vidro de molho de tomate, 1 lata de tomates pelados e tempere com sal, pimenta do reino (eu uso muito a branca) e, se quiser, um pouco de ervas de provence. Aquela colherinha (das de café) de açúcar para retirar a forte acidez do tomate. 30 minutos desse molho no fogo. Vá misturando a cada 10 minutos, apenas para não pegar no fundo da panela. Passados esses 30 minutos, misturo aquele filé com cebola. Provo o tempero para conferir se o sal está no ponto. Acrescento aproximadamente meia xícara (das de chá) de cogumelos do tipo paris em conserva picados. Jogo a lata ou a caixinha de creme de leite (nesse caso não faz diferença) e pronto! O strogonoff (falsificado) está prontinho para você servir com batata palha e arroz. O da foto está com arroz integral (pois ando tentando me adaptar a ele...).

Apesar de não ser a receita original, que leva muito mais ingredientes, adoro fazer esse prato para os dias de pouco tempo na cozinha.

Acho que vale a pena experimentar!

Bon appétit!

Peixada da Liginha

Imagine a cena: você fechando os olhos ao dar a primeira garfada de um prato, sentindo um aroma surreal, de tão bom e um sabor inesquecível.
É exatamente esta a sensação ao se deliciar a peixada da Liginha.
Humildemente eu perguntei: É fácil de fazer? E ela respondeu que sim...
Pronto! Pensei. Vai para o blog! Como assim um prato tão maravilhoso pode ficar de fora das dicas de receitas que deixo aqui para vocês? Não pode! Não! Definitivamente vocês precisam dessa receita MA-RA-VI-LHO-SA para fazer em casa. E lá vem ela!
Vamos começar o procedimento retirando as peles e as semente de 2kg de tomates. Para retirar a pele vocês devem jogá-lo na água fervendo. Isso facilita muito! Jogue as sementes fora. A pele irá para o liquidificador. Separe 2 tomates e deixe-os separados dos demais. Os outros descascados devem ser cortados em rodelas. Reserve-os. Lave e retire o miolo de 2 pimentões vermelhos. Corte-os em rodelas e também reserve. Descasque 4 cebolas, separe 1 e as outras corte em rodelas. Reserve. Agora pegue 2kg de filé de peixe já limpos (ela usa o surubim) e tempere com o suco de 1 limão e uma pitada de sal. Reserve.
O próximo passo é fazer o molho. Bata junto àquela pele que você jogou no liquidificador aqueles 2 tomates sem pele que separou, a cebola que também estava reservada, 1 cenoura em pedaços e 3 colheres (das de sopa) de azeite. Bata até ficar com consistência pastosa.
Por enquanto está fácil, certo?
Em uma panela de pedra DESLIGADA e untada generosamente com azeite, coloque os ingredientes em camadas, na seguinte ordem: Tomates, pimentões, cebolas, coentro, molho e o peixe. O coentro será retirado da peixada após ficar pronta. Repita as camadas até acabarem os ingredientes, finalizando com tomate, pimentão, cebola e coentro. As camadas devem ser fartas! Dependendo do tamanho da panela serão duas ou três camadas de cada. Após a montagem, derrame duas garrafinhas de leite de coco e tampe a panela. Ligue o fogo e após aproximadamente 40 a 50 minutos estará pronto. Não é necessário mexer.
Para acompanhar, a Liginha serve um angu branco divino! Basta misturar no liquidificador 1 caixa de creme de arroz e 1litro e 1/2 de leite. Leve ao logo e acrescente uma pitada de sal, uma pitada de açúcar (mais ou menos 1 colher das de café) e as duas garrafinhas de leite de coco. O sabor é levemente adocicado. É preciso mexer o tempo todo, até que o angu tome consistência e comece a desgrudar da panela. Aí está pronto.
Esse prato é simplesmente o máximo! Foi a segunda vez que eu tive o enorme prazer de degustá-lo na casa dessa amiga tão querida e excelente cozinheira.
Eu amarei saber que os visitantes deste blog tiveram a oportunidade de provar esse néctar dos deuses. Basta deixar um comentário aqui me contando!
Bon appétit!



domingo, 4 de março de 2012

Ratatouille

Outro dias postei aqui para vocês a sugestão do filme Ratatouille. Uma animação muito divertida de uma ratinho que ajudou um garoto a se tornar um chef conhecido na França. Ele conquista um famoso crítico da gastronomia com um prato que lembrou a infância do mau humorado francês: a ratatouille. É um prato que dizem ter origem em torno da Provença e de Nice, no século XVIII. Pode ser tanto usado tanto como prato principal como acompanhamento para uma proteína ou, até mesmo, uma massa. 

Quando resolvi fazer esse prato, fiquei imaginado a montagem como a linda cena da animação.Obviamente que não cheguei nem perto! Então comecei a pesquisar e vi que, originalmente, é assim como o da foto abaixo. Uma mistura de legumes que é realmente muito interessante e saborosa.
Mas vamos ao que interessa. Para fazer serão necessários 1 berinjela grande, 1 abobrinha grande, 1 cebola média, 1 pimentão vermelho, 2 colheres de sopa de azeite, 1 folha de louro, 1 pitada de açúcar e 1 lata de tomates pelados (ou, para quem gosta de ficar horas na cozinha, 2 tomates fervidos e sem pele e caroços para fazer o molho. Eu prefiro ser mais prática!).


Para começar, tire as sementes e pique os pimentões, a cebola, a abobrinha e a berinjela e os tomates em rodelas. Reserve. Os legumes serão passados na frigideira com um fio de azeite e alho picadinho bem miudinho, rapidamente. Primeiro, frite o pimentão. Quando estiver cozido, mas não excessivamente mole, retire e deixe escorrer em papel-toalha. Reserve. Depois faça o mesmo com a cebola, até dourar, sem deixar escurecer. Quando estiverem douradas, acrescente um pouquinho de sal, retire do fogo e reserve.
Repita o procedimento com a abobrinha. Ela vai estar no ponto quando tiver soltado toda a água. Salgue levemente no final e também reserve. Ferva as fatias de beringela, escorra-as e seque-as em papel toalha. Passe-as na frigideira da mesma forma que os outros legumes.
Em uma panela grande coloque o azeite, o alho picado, 1 colher (das de café) de açúcar, 1 folha de louro, sal e pimenta-do-reino a gosto. Acrescente os tomates pelados e deixe cozinhar por mais ou menos 45 minutos, até que derretam. Monte o prato com os legumes, intercalando-os. Retire a folha de louro e jogue o molho por cima dos legumes. Voilá! Seu ratatouille está pronto para acompanhar uma bela carne ou massa! Uma ótima opção para começar a semana bem saudável!
Bon appétit!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Festa de encerramento do Festival Cachaça Gourmet

Clique na imagem para ampliar
Para os amantes da água ardente, vai a dica do encerramento do Festival Cachaça Gourmet Belo Horizonte.
A festa de encerramento do Festival Cachaça Gourmet Belo Horizonte 2012 acontecerá no dia 17 de março, a partir de meio dia, na Serraria Souza Pinto. Lá o público poderá degustar os 22 pratos participantes (que serão vendidos a preços promocionais) e também os 22 tipos de cachaças inscritas no evento e usadas nos preparos das receitas.
O evento terá 12 horas de duração e contará com atrações como Bruno Bahia, Pedro Costa, Magnatas do Samba, Menina do Céu e Lu & Tchelo. Além disso, serão anunciados os vencedores desta edição do Festival nas categorias “Melhor prato”, “Melhor visual”, “Melhor criatividade” e o “Melhor prato na opinião popular”.
Os ingressos para a festa de encerramento já estão à venda nos restaurantes participantes. O primeiro lote pode ser adquirido por R$ 25,00 e a relação e os endereços dos estabelecimentos estão disponíveis no site www.festivalcachacagourmet.com.br.